quarta-feira, 24 de abril de 2013

Verdadeiros HACKERS compartilham informações e colaboram em projetos comuns


   Para a mídia e para o publico um hacker é algum que invade um sistema ilicitamente, quebram códigos, etc. Mas essas pessoas devem ser os chamados “cibercriminosos”.



Os hackers são peritos informáticos que contribuíram para a criação da Internet, que criaram o Linux e os especialistas em segurança das grandes empresas. Mas também existem outros tipos de hackers que são os “crackers” e os “ciberpunks”, que são diferentes. 
Verdadeiros hackers compartilham informações e colaboram em projetos comuns como criação de software livre, constituindo uma comunidade hacker como uma cultura. Outros trabalham para agencias ou empresas governamentais ou por conta própria. Foram responsáveis de muitas inovações na computação como o sistema UNIX ou GNU/LINUX. 
  
    Stallnam foi um dos ícones da cultura hacker porque crio GNU e Free Software Foundation, um movimento do software gratuito. E Linus Torvald crio o sistema LINUX. A distribuição do esse sistema sempre foi de fonte aberta e livre.


Links:
http://informatica.hsw.uol.com.br/cabeca-de-hacker1.htm
http://www.hackerteen.com/pt-br/hacker






Tecnoelites



As culturas da internet permitem não só o desenvolvimento dessa rede, mas também a construção social. Essas culturas se relacionam aos criadores e desenvolvedores da internet e podem ser divididas em quatro camadas: cultura tecnomeritocrática, cultura hacker, cultura comunitária virtual e cultura empresarial. Nessa análise, nos concentraremos na cultura tecnomeritocrática.
A cultura tecnomeritocrática se relaciona com o bem que a descoberta científica traz para o progresso da humanidade, ou seja, essa cultura acredita que o progresso social será obtido quando a tecnologia e a ciência se desenvolverem. Esse desenvolvimento beneficiará a sociedade através das descobertas relevantes e, consequentemente, a geração de conhecimento.
Para fazer parte dessa cultura, o mérito que um membro possui é fundamental. Para adquirí-lo, é necessário contribuir com algum conhecimento tecno-científico que aperfeiçoará a interconexão ou o suporte da internet, ajudando assim no avanço da tecnologia. Essa descoberta é de extrema importância para a permanência do membro.
Essa contribuição ainda será avaliada pelo exame dos pares, o qual definirá quem ingressa e, assim, fornece-lhe reputação e respeito científico.
Dessa forma, podemos dizer que a tecnomeritocracia está diretamente relacionada ao conhecimento científico e acadêmico.

terça-feira, 23 de abril de 2013

A formação da Internet Society



                No período do final da década de 80 e durante boa parte da década de 90, a Internet passava por várias modificações significativas para sua expansão e para o seu funcionamento. Em 1989 foi estabelecido pela Internet Engineering Tark Force  (IETF) alguns padrões oficiosos da Internet, formando protocolos da Internet. Posteriormente, algumas grandes agências governamentais dos EUA, como a Nasa e o Departamento de Energia, adotaram os protocolos do IETF.
                Em torno de 1992, houve uma expansão da Internet em escala global, onde a NSF planejava uma privatização de maneira que era necessário sair do controle do governo americano. Desse modo foi criada a Internet Society. A Internet Society era uma organização sem fins lucrativos que foi confiada a supervisão do IAB e do IETF.
                Robert Kahan e Vint Cerf, os cientistas da computação que escreveram o artigo formando a arquitetura básica da Internet, foram eles que assumiram o comando da Internet Society, eles gozavam da confiança geral da comunidade da Internet. Foi por conta do impulso da Internet Society que a participação internacional das funções de coordenação cresceu significamente na década de 90. Porém, com a internacionalização da Internet, virou alvo de críticas por outros governos.

Redes sociais e as lutas políticas




A internet é uma das ferramentas mais utilizadas atualmente para diversas atividades. Nela tudo pode ser resolvido com apenas um clique, inclusive problemas sociais e políticos.
A tecnologia propiciou que muitos movimentos sociais virassem realidade. A Primavera Árabe foi uma das principais manifestações que se desencadeou através das redes sociais. A partir da união de alguns usuários e divulgações na rede, milhares de pessoas foram as ruas e pediram o fim das políticas ditatoriais vigentes.
Outra ajuda importante que esse meio dá é aos moradores de países com grande repressão à liberdade de expressão. Através de páginas na rede, mantidas por eles, o mundo pode conhecer a verdadeira realidade desses lugares. Um caso bastante conhecido é o de Yoani Sánchez que escreve um blog em Cuba contando sobre a opressão da ditadura na vida dos cubanos.
Com a internet o mundo perde as fronteiras e suas ferramentas devem ser usadas para ocasionar melhorias, inclusive as que dizem respeito ao bem estar da sociedade e o progresso do homem.

Quer saber mais sobre a Primavera Árabe? Veja aqui.

Gabriela Neres 

O alfabeto até o conhecido WWW



Para chegarmos ao patamar da internet que conhecemos hoje, ela precisou de 30 anos para desenvolver-se: desde a ARPANET na década de 60 até a criação do World Wide Web na década de 90.
                O www tão conhecido por nó foi o grande responsável pela expansão da internet em todo o mundo. Em 1945, Vannevar Bush tentou criar um sistema que alcançasse esse objetivo (chamo de MEMEX), porém isso só foi possível no ano de 1990.
                Em 1980, Berners- Lee desenvolveu um programa chamado Enquire. Ele possui vantagens sobre Bush, pois ele pôde contar com a existência da Internet. Esse software permitia a obtenção de informações de/para qualquer computador conectado a internet seja ele HTTP, MTML ou URL. Esse sistema foi lançado na net pelo CERN em Agosto de 1991. O hipertexto foi chamado de World Wid Web, mais conhecido como www. Ou seja, esse sistema trouxe facilidade de navegação na rede global de rede de computadores.
                Hackers tentaram criar versões modificadas do www. A melhor desenvolvida e sucedida foi a Mosaic, criada por Marc Andreessen e Eric Bina. O seu diferencial estava na capacidade gráfica que permitia a captação e distribuição de imagens pela Internet.
                Em Outubro de 1994 surge o primeiro navegador comercial: o Netscape Navigator. Outros exemplos são a Internet Explorer da Microsoft e o Navipress. Na década de 90, o www funcionava como software adequado e possuía vários navegadores disponíveis ao público para utilização.
                O desenvolvimento da Internet  começou em 1960, mas apenas a partir da década de 90 com a criação do www, empresários e a sociedade em geral teve obtenção dessa comunicação digial.
                

          TUDO GRAÇAS A ELE.


          O desenvolvimento da internet e de muitas outras tecnologias só foi possível graças ao intenso trabalho e estudo de pesquisadores da cultura tecnomeritocrática e de hackers.

            A cultura tecnomeritocrática criou a internet e os hackers são os responsáveis pela sua atualização tecnológica. Essa atualização foi dada por meio dos pares. Um hacker desenvolve um programa e manda para seu par, outro hacker, aumentar a complexidade, desenvolver o programa.

            O alicerce, a ligação e a troca de arquivos e informações foi possível graças ao modem.

            Criado em 1977 por dois estudantes em Chicago, o Modem permite a transferência de arquivos e informações entre computadores pessoais. Em 1948 fizeram o Computer Bulletin Board System, que permitia armazenar e transmitir informações. Os jovens liberaram em domínio público e foi o que deu origem ao modem utilizado por nós atualmente.


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mesmo na internet O Povo reconhece a importância do impresso






O jornal O Povo, mesmo negando qualquer previsão para fim de sua publicação impressa, deverá cobrar pelo acesso a conteúdo da web. Segundo Michel Victor, editor de O Povo On Line, a diretoria da empresa manifestou a possibilidade de cobrar pela visualização do virtual papper.

De acordo com o pesquisador e professor Ismar Capistrano, a cobrança pelo acesso de conteúdo na web é a alternativa dos impressos, proposta pelo magnata da mídia Rodurph Mordoc, para a queda na arrecadação com a vendagem de exemplares. Para ele, é assim um indício da extinção do impresso. Mas Michel Victor nega essa possiblidade na empresa. “Não temos qualquer previsão do fim do impresso porque o impresso gera reconhecimento”, afirma.

O Jornal O Povo, que existe há 84 anos, fundou seu portal em 1997. O Povo online tem como principal objetivo transmitir informações em tempo real sobre os acontecimentos no Ceará, no Brasil e no exterior. Segundo Victor, a principal ideia da publicação é a inovação. O Portal possui sua própria editoria, os profissionais estão organizados por núcleos específicos: esporte, economia, blogs, politica e outros.

O Povo online possui um layout da página que diariamente é modificado, ao todo são quinze modelos de capa. Assim, possibilitando maior facilidade de acesso das colunas e paginas do Portal, que se mantem atualizado com as novas ferramentas da internet para navegação.  O site também é diariamente alimentado de conteúdos produzidos por profissionais do jornal impresso.

A interação do internauta com o site também se dar de forma colaborativa, em que as pessoas podem postar seus comentários, sugestões, através do o mapa, fotos e vídeo.
A linha editorial do Portal é a mesma do jornal impresso, da TV e da Rádio do grupo de comunicação. O veiculo online também se configura atualmente como a principal estratégia para disseminar esses outros meios de comunicação da empresa.



Embora a Internet possibilite a publicação instantânea de noticias em vários formatos, pela convergência das mídias, “não podemos perder de vista o compromisso com o jornalismo e a qualidade da notícia”, relata Michel. Pois durante os 84 anos do Jornal O Povo, mantendo seu compromisso com o público, e agora com o site a responsabilidade se intensificou ainda mais, pois é muito fácil encontrar notícias que são publicadas de forma totalmente equivocas, e o papel do jornalista é correr atrás da informação.

Para Eliomar Lima, blogueiro do Portal “a internet tem um grande papel na comunicação hoje, e ressalta a importância dos blogs para os meios de comunicação. Ele afirma que devemos ter cuidado com o que se ver na internet, pois da mesa forma que se usa para desenvolver trabalhos de informação e formação, também pode ser usada para propagar o mau uso de suas ferramentas por pessoas de má fé”.



 Pois, na internet há vários tutoriais grátis disponíveis para qualquer pessoa acessar, postar notícia, vídeos, áudios, fotos, mais é papel do jornalista averiguar e transmitir a informação correta de acordo com Michel.
 

Texto: Daniela Santana, De Assis Soares e Hildebrando
 Andrade
Audio: Raquel Luz e Silvana Bezerra
Imagens/Vídeo: Wesley Lima e Rafael Miranda
Orientação: Ismar Capistrano