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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Vigilância Governamental na Internet



  O governo detém uma vigilância de conteúdos que circulam na internet, de dados de usuários para algum meio futuro de pesquisa deles. Mas até onde esse acesso prejudica a "liberdade" dos usuários? Levando em conta que o governo, principalmente dos EUA, detém o total acesso livre a internet, dados pessoais de usuários, por conta de algum caso policial. Vale salientar também que o governo possui o acesso total de dados destes usuários, também esta vigilância governamental, solicitam junto ao Google retirada de conteúdos da internet em declaração de diplomacia e tratados jurídicos. Uma lista elaborada para saber quais países solicitam ao Google a retirada de conteúdos, em primeiro lugar ficou o Brasil, principalmente no período eleitoral, em virtude de denuncias a candidatos, essa lista foi apresentada no segundo semestre de 2012. Contudo, perante esta vigilância do Governos, certos usuários não se sentem intimidados a certas postagens que podem difamar a imagem de alguém "poderoso" no país, vem daí a preocupação do Governo de retirada de conteúdos.

Vigilância na Internet: Uma Fronteira da Liberdade Virtual



          Muito se fala a respeito de Internet, esta ferramenta recente que veio com o argumento de revolucionar a vida moderna e que hoje está inserida no cotidiano de nossa sociedade, apresentando-se como indispensável e inaugurando a chamada era virtual. Como toda ferramenta, a Internet também possui os seus pontos negativos e entre estes podemos destacar a falsa liberdade que este meio nos oferece.
          Fazemos o uso desta rede que permite nos ligarmos ao mundo e termos o acesso aos mais diversos conteúdos, entretanto pagamos um preço alto, nos encontramos a mercê de uma vigilância constante que parte das grandes corporações ligadas à internet, estas que detém o poder das informações dentro do ambiente virtual.
          Tudo que fazemos na web fica registrado em centros de informações, assim a liberdade virtual e a privacidade que acreditamos ter neste ambiente mostra-se apenas como uma mera ilusão. Nossos dados de navegação estão em poder das grandes corporações, estas que facilmente conseguem identificar perfis e traçar estratégias para persuadir seus internautas, influenciando desta forma também no comportamento em sociedade.
          Contudo, podemos acrescentar ainda o poder exercido pelos Governos em todo mundo, estes que por meios judiciais também exercem da vigilância na web para nos monitorar, argumentando que esta ação é importante para combater crimes. Assim, é visto o estado de controle do qual nos submetemos ao fazer uso da internet, não se pode negar a importância desta que possui tanta funcionalidade, mas também não se pode desconsiderar a vigilância constante da qual nos encontramos expostos, esta que impede a real privacidade e liberdade no mundo virtual. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Justiça dos EUA obriga Twitter a fornecer dados de usuários ao governo



O juiz federal dos EUA, Liam O’Grady, manteve uma determinação de dezembro de 2010 para que o Twitter forneça informações de usuários a promotores. Advogados de defesa de três internautas que têm contas no Twitter, todos eles com alguma conexão com o site WikiLeaks, argumentaram que forçar o microblog a cooperar com a investigação fornecendo dados é uma invasão de privacidade e prejudica o direito à liberdade de expressão dos usuários.

Segundo os promotores, a lei federal conhecida como Ato de Comunicações Armazenadas permite, especificamente, que eles tenham acesso a informações como uma ferramenta investigativa de rotina. A lei em questão permite que promotores obtenham determinados dados eletrônicos sem um mandado de busca ou uma demonstração de causa provável. Em vez disso, o governo precisa apenas mostrar que há uma crença razoável para que os registros sejam relevantes para uma investigação criminal em curso.

A ordem da corte não busca o conteúdo dos tweets dos usuários, mas sim os endereços de IP associados às contas. Organizações que defendem e protegem os usuários do Twitter, como a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, sigla em inglês) e a Electronic Frontier Foundation, alegam que o governo pode usar estes endereços como ferramenta de rastreamento virtual para encontrar a localização física dele.

Liberdade de expressão e privacidade

Os advogados de defesa dos usuários acreditam que outros sites também foram alvos de ordens semelhantes, mas o juiz O’Grady não respondeu, afirmando que a legislação garante ao governo manter essa informação em sigilo. Para Aden Fine, advogado da ACLU, está havendo excesso por parte do Estado. “O governo não deveria ter permissão sobre a comunicação via internet de indivíduos sem um mandado e certamente não deveria poder fazer isto em segredo”. A ACLU representa um dos três requerentes da ação atual, que questiona a decisão de dezembro de 2010.

Fonte: http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&cont_key=744341

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Dados de usuários são vendidos ou roubados na internet

Por Cícero Lacera, Fernanda Brandão, Rones Maciel

Você é daqueles que preenche todos os dados que lhe são solicitados durante o processo de criação de uma conta na internet? Ou, usa senha de bancos em espaços públicos como Lan Houses? Saiba que suas informações podem está sendo vendidas ou repassadas a terceiros.

Caso de roubo de dados como senhas de cartão e endereço postal são constante na rede mundial de computadores. Em abril deste ano, o Portal G1 noticiou que cerca de 77 milhões de usuários do PS3 da Sony foram afetados em ataque de hacker.

A PlayStation Network (PSN), ficou fora do ar por conta de um ataque hacker que comprometeu toda a estrutura criada pela Sony. Segundo a empresa, foram roubados dados de jogadores como nome completo, endereço e informações de cartão de crédito.

Em comunicado, a Sony confirmou o roubo de dados e pediu a "extrema cautela" de seus usuários, que devem realizar algumas ações para minimizar possíveis danos.

Veja nesta reportagem os cuidados que são precisos para não cair em certas armadilhas na rede, especialmente quando você acessa a internet em lugares públicos, como em Lan houses. Dicas: Usar senhas erradas no primeiro acesso. Fazer logout ao finalizar seus email ou outras contas na rede. E nunca acessar conta de bancos.


www.youtube.com

A vigilância na internet não se prende só a isso. As empresas administradoras e provedores também podem está usando seus dados para fins comerciais. As empresas não dizem ‘sim’ ‘ nem ‘não’, quando questionadas. Elas também não deixam claro em seus Contratos de privacidade sobre essa comercialização.

A Google , por exemplo, em seu contrato de Política de Privacidade, garante que todos os dados de seus usuários são guardados com as devidas garantias e segurança. Ela afirma que ao assinar o contrato, os dados do usuário poderão ser repassados a parceiros da Google.

Porém, a empresa não diz que o usuário se beneficiará dos lucros gerados com o repasse dos seus dados a terceiros. O que deveria ser indicado no contrato para ambas às partes, fica a caráter de interpretação da justiça, favorecendo na maioria das vezes, a empresa administradora.


O velho ditado “prevenir é melhor que remediar” ainda continua valendo. Fique de olho e tome todos os cuidados ao fornecer seus dados na internet. Além de ler, com atenção a Política de Privacidade da empresa para evitar surpresinhas desagradáveis.



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