quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Jiu-jitsu: Dos mosteiros às academias, a evolução da Arte Suave.

 Por: Raoni Souza

            A história do Jiu-Jitsu remota para a Índia, onde era praticado por monges budistas no final do século XIX, os monges desenvolveram uma técnica baseada nos princípios do equilíbrio, do sistema de articulação do corpo e das alavancas, evitando o uso da força e de armas.
            Apesar da arte ser indiana, foi na terra dos olhos puxados, no Japão, que o esporte se popularizou. Com a ida de alguns mestres como Esai Maeda Koma, conhecido como Conde Koma. Após viajar por grande parte da Europa e América, Conde  se fixou em Belém do Pará em 1915. Diferente do Jiu-Jistu tradicional japonês, o Jiu-Jistu Brasileiro (JJB) foca em técnicas de solo e golpes de estrangulamento.
            Em 1993 o lutador Rorion Grace, criou o UFC (Ultimate Fighting Championship) com a finalidade de provar o jiu-jistu brasileiro como a mais completa técnica entre as artes marciais.
            Educador físico e  professor de jiu-jitsu brasileiro Daniel Pedrosa, 25, afirma que por mais que o MMA seja formado por várias lutas como: Mauy Thay, Capoeira, o JJB é fundamental na formação de um bom lutador, pois além de trabalhar técnicas de chão, trabalha também muito o psicológico do praticante. "É impressionante como o Jiu-Jistu me transformou mentalmente, depois que comecei a praticar, sou outra pessoa, mais calma, mais serena".

            Dentre os grande lutadores do UFC, o jiu-jistu está presente na formação de quase 70%, segundo a Federação Brasileira de Jiu Jistu. Anderson Silva, José Aldo, Wanderley Silva e Cigano se destacam dentro do esporte.

3 comentários:

  1. Interessante, não conhecia nada sobre a história do esporte.

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  2. Legal pegar o leitor justo no lead. Nunca imaginei que monges iniciaram a prática esta arte.

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